segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Sustentabilidade é a sacada


Reutilização do silício de lixo eletrônico em células solar


Como já sabemos, os recursos renováveis oferecem muitas vantagens a um mundo carente de energia, eles podem ser usados de muitas maneiras, gerando problemas ambientais mínimos e respeitando a ética da vida e do ambiente. O potencial oferecido por esse recurso é imenso!
Diariamente incide sobre a terra mais energia  vinda do sol do que toda a demanda total de todos os habitantes de nosso planeta.
Com esta visão podemos dimensionar o quando esta energia poderá fazer um bem para humanidade.
Sabemos também que há  montanhas imensurável de baterias de celular, televisões, computadores, pilhas, aparelhos de celular e outros eletrônicos obsoletos, cuja vida útil é cada vez menor, ronda a população, trazendo prejuízos para o meio ambiente e para a saúde pública, pois possui muitas substancias tóxicas.
Umas destas, menos tóxica é o silício.
Os processos e etapas de reutilização do silício a partir do lixo eletrônico estão descritos abaixo: 

Silício x relações internacionais.

Esse foi um resumo sobre como o silício conseguiu movimentar o mercado das relações internacionais, com seu pequeno declínio e consequente, ascensão, apostas para o futuro , e consequências nas relações internacionais para o Brasil com o anuncio de uma fábrica no segmento.




quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Silício x economia e exportações


As exportações brasileiras de ferroligas experimentaram situações contrastantes em março. Enquanto os embarques de ferro-silício (>55% Si) aumentaram 43% mês a mês devido aos preços mais baixos, as exportações de ferro-nióbio caíram por causa dos preços mais altos.
De acordo com dados da alfândega brasileira, as exportações de ferro-silício totalizaram 17.392 toneladas em março, com preço médio de US$ 1.697/t FOB, contra 12.124 t em fevereiro e preço médio de US$ 1.889/t FOB.

Silício no vidro


O que é vidro?

Qualquer que seja o tipo de vidro, estes manifestam características comuns, como:

 I. Apresentar uma estrutura amorfa ou vítrea, isto é, um estado de matéria que combina a estrutura ordenada dos materiais sólidos cristalinos, com a estrutura desordenada, característica dos líquidos –  estado vítreo. Os átomos no vidro, embora apresentem um arranjo desordenado, apresentam uma posição fixa
 II.    Apresentar um comportamento particular durante o arrefecimento. Como se sabe, o vidro resulta de um arrefecimento rápido de materiais que foram fundidos, tornando-se rígidos, sem, no entanto, adquirirem uma estrutura sólida cristalina.
    Contudo, o processo inverso da fusão é a cristalização, que surge normalmente, por arrefecimento do líquido, à mesma temperatura que ocorre a fusão. Por exemplo, um material que funde a uma temperatura de 1500º C, cristaliza à mesma temperatura, quando se verifica o arrefecimento do material fundido.
    Assim, para que ocorra vitrificação é necessário que o arrefecimento seja de tal forma rápido, que não dê tempo para haver uma reorganização da estrutura atômica dos materiais, requerida pela cristalização.

Matéria prima do vidro:

   Existem areias que pelas suas características granulométricas e pelo seu elevado grau de pureza (quase monominerálicas), têm constituído matéria prima fundamental para o fabrico do vidro, entre outras aplicações. É o caso das areias brancas siliciosas As areias deste tipo incluem-se nas areias siliciosas do Quaternário Glacial. De fato, a formação da maioria dos depósitos superficiais, ocorreram durante este período, mais precisamente no Pleistocénico (há cerca de 1.8 a 0.01 milhões de anos), em que ocorreram importantes variações climáticas à escala do globo que se caracterizaram pela alternância de períodos glaciários e interglaciários, com glaciações a atingirem, inclusivamente, as latitudes médias. Durante longos períodos uma larga superfície da    Terra esteve coberta por uma espessa camada de gelo, devido às baixas temperaturas que se fizeram sentir.

Os silicatos

   A classe mineral dos silicatos é a mais importante das classes de minerais, pois aproximadamente 30% de todos os minerais conhecidos são silicatos. Com exceções de menor significado, todos os minerais que formam as rochas magmáticas são silicatos, constituindo assim, cerca de 70% da crosta terrestre. Esta predominância não é surpreendente, refletindo a abundância do oxigênio e do silício na crosta terrestre. 

   A unidade química básica dos silicatos, sobre a qual se baseia toda a sua estrutura, é a molécula SiO4 (figura ao lado), em que cada íon Si4+ se liga a quatro oxigênios (O2-), situados no vértice de um tetraedro.

   Os tetraedros de SiO4 podem existir como unidades independentes, dentro da estrutura dos minerais silicatados, ou podem ligar-se.
   A associação de tetraedros resulta do fato de cada oxigênio (situado nos vértices do tetraedro), ter a potencialidade de se ligar ao silício de outro tetraedro. Nos silicatos os tetraedros unem-se pelos vértices. À capacidade que os tetraedros têm de se ligar entre si, por compartilha de átomos de oxigênio, dá-se o nome de polimerização.  A capacidade de polimerização dos silicatos é a origem da sua variedade.


INVESTIGAÇÃO : SECEX INVESTIGA IMPORTAÇÃO DE DIÓXIDO DE SILÍCIO




A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) decidiu iniciar investigação para averiguar a existência de dumping nas exportações de dióxido de silício precipitado da Índia e da China para o Brasil. O produto é obtido por meio da mistura de areia e carbonato de sódio ou soda cáustica e é utilizado na produção de borracha para pneus, solado de calçados, no processo de fabricação de tintas e até de cremes dentais, entre outros.

Segundo circular da Secex, publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União (DOU), o pedido de investigação foi feito pela Rhodia Brasil, alegando dano à indústria doméstica. O dumping é caracterizado pela venda de produtos a um custo inferior ao de produção, com o objetivo de conquistar o mercado.




Chiclete de silício?? Sim! Quer um?



Cuidar da pele e combater o envelhecimento é a mais nova proposta de uma goma de mascar, popularmente chamada de chiclete da beleza. Lançado recentemente no Brasil, o chiclete é rico em silício orgânico, substância capaz de ativar a formação de colágeno, elastina e fibroblastos. Por isso, garante que a pele fique firme e viçosa.
Tudo isso acontece devido à reposição da substância encontrada em vários alimentos, mas que é de baixa absorção e, a partir dos 25 anos, começa a ter sua produção reduzida em até 80% pelo organismo. O déficit causa problemas, principalmente na pele, deixando mais fina, frágil e suscetível a rugas.
Além de acelerar o envelhecimento, a carência de silício no organismo humano pode causar numerosas doenças degenerativas, incluindo o Mal de Alzheimer. “A reposição do silício orgânico, por sua vez, é capaz de recuperar até 40% da firmeza e tonicidade da pele, reduzindo a flacidez e fortalecendo cabelos e unhas", explica a farmacêutica, Mika Yamaguchi.
Quem duvida do potencial do chiclete precisa saber que a novidade segue a filosofia dos nutracêuticos “in out”. Isso significa que, assim como eles, atua de dentro para fora. “Cada chiclete contém cerca de 10 mg de silício orgânico, quantidade necessária para melhorar o aspecto das rugas e a hidratação da cútis”, explica o cosmetólogo Maurício Pupo.
E os benefícios não param por aí. “O mineral facilita o funcionamento da estrutura de colágeno na pele”, reforça Esmeralda Lourenço Dias, farmacêutica especialista em nutracêuticos. Após a menopausa a reposição de silício entre mulheres ainda tem efeito benéfico sobre os ossos, por facilitar a absorção do cálcio.
A reposição com silício ainda pode melhorar a qualidade de vida de três em cada 10 brasileiros com hipertensão arterial. Isso porque, atua na elasticidade das paredes das artérias, diminuindo simultaneamente o risco de infarto e derrame, principais causas de morte entre brasileiros.



Fonte : http://beleza.terra.com.br/sua-pele/novidades/chiclete-de-silicio-promete-reduzir-rugas-e-hidratar-a-pele,5514e4739b5b8310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

Silício no Nordeste


JORNAL SILÍCIO

Nordeste pode atrair indústrias de silício

A Associação Brasileira das Empresas de Energia Renovável (Abeer) deseja incluir no projeto de lei do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), que vai tratar sobre a energia renovável, atrativos que permitam captar uma indústria de refino de silício para o Nordeste.


A implantação de uma unidade deste tipo demandaria um investimento que varia entre US$ 7 bilhões e US$ 10 bilhões e atrairia outras empresas para a Região, que podem usar o mineral refinado para fazer placas fotovoltaicas – usadas para fabricar energia elétrica a partir dos raios solares –, celulares, processadores de computador, componentes da indústria eletroeletrônica e peças para equipamentos usados nas usinas de geração eólica.

“Existe uma grande empresa interessada em implantar uma nova unidade de refino e está em aberto o local que vai receber o empreendimento”, afirmou o presidente da Abeer, Fernando Cunha. Só existem cinco empresas que detêm a tecnologia de refino do silício no mundo. O Nordeste tem reservas do mineral no Semi-Árido de vários Estados, incluindo Bahia, Pernambuco e Ceará. Já existem minas sendo exploradas por uma multinacional na Bahia.

“A nossa expectativa é que a lei estimule toda a cadeia produtiva gerada em torno do silício, chegando até aos usuários que usam a energia gerada por fontes renováveis”, comentou Cunha, acrescentando que depois da aprovação da lei a entidade vai entrar em contato com a empresa que vai abrir uma nova unidade e convidar os seus diretores para visitar o Nordeste.

“Com a aprovação da lei, também vamos entrar em contato com os governadores para ver quais os Estados que têm interesse em atrair este tipo de empresa”, disse Cunha. Segundo ele, cada Estado poderia ficar com uma parte da cadeia, que inclui a exploração da mina, o refino do mineral e a implantação de empresas que vão usar o silício refinado para fazer produtos acabados.

“Cerca de 90% de todo o material que é consumido no Vale do Silício, nos Estados Unidos, sai das minas brasileiras”, informou Cunha. O Vale do Silício é uma região que fabrica produtos de informática. O Brasil tem a maior reserva de silício do mundo.

Segundo informações da Abeer, o Brasil exporta o silício bruto a aproximadamente US$ 60 por tonelada e importa, em média, a US$ 600 mil por tonelada em forma de processadores de computador, celulares e placas fotovoltaicas.